São Sinais: três poemas

Título: São Sinais: três poemas

Ano: 2015

Medidas: Variáveis

Técnica: Video HD (cor, som)

Duração: 7'49"

Edição: 1/5

Esta performance participativa explora a poesia em Língua de Sinais Cubana (LSC), realizada em conjunto com a Associação Nacional de Surdos de Cuba (ANSOC) e criada para o 12 Bienal de Havana, em 2015. São Sinais foi desenvolvida a partir de uma oficina de poesia na LSC: duas semanas de aulas, exercícios e experimentos realizados na ANSOC. Cada participante contribuiu e coletivamente decidiram o que fazer, o artista estabeleceu o ponto de partida para depois se transformar em um performer mais. Trabalharam com poemas originais dos participantes e com uma antologia de Nicolás Guillén. As apresentações serão realizadas no dia 22 de maio de 2015, na inauguração da Bienal, no Centro Wilfredo Lam, e o 25 de maio de 2015, Dia Nacional do Intérprete de Língua de Sinais, no Instituto Superior de Arte. A experiência foi documentada por Alexandre Hidalgo, assistido por Jesus Lugo, ambos Surdos. O vídeo foi exibido sem som no Centro Wilfredo Lam.

Para a exposição Poemas Concretos, em Die Ecke (2017), três desses poemas foram selecionados: Bomba atômica, interpretado por Michel Carvalho; Balada dos dois avós, por Leonel Prieto e Lisandro Massipe; e Andando, por Maite Chaveco. Para esta mostra, a artista constrói uma ponte com o mundo ouvinte, apresentando estes poemas com som, destacando-se as percussões de Carlos Sanchez e Ricardo Viel (ouvinte e surdo) e a voz de Ada Teresa González, que acompanham a ação de cada performer Surdo sob as árvores de ANSOC, em Havana.