Prótese do Novo Êxodo
Título: Prótese do Novo Êxodo
Ano: 2006
Medidas: 40.6 x 50.8 cm e 50.8 x 40.6 cm cada fotografia
Técnica: 70 fotografias a cores, realizadas entre 2002 e 2006, com câmera de formato
médio (negativo 6x7cm), impressas pela artista em papel Kodak fosco.
Edição: 2/3
A arquitetura cresce uma prótese temporária para acolher o rito e, em seguida, desaparecer.
Um rito que performa o nomadismo como um deslocamento simbólico: o estável, o precário e de proteção à vulnerabilidade. O presente ensaio fotográfico expande a insistência sobre esta particular tipologia arquitetônica e examina o diálogo entre esta cidade efêmera, latente em uma lei antiga, e a cidade anfitriã que a acolhe. Às vezes, este acontecimento efêmero impacta o projeto de arquitetura permanente dos edifícios. Por exemplo, o uso de varandas não-alinhados, responde à necessidade explícita em textos religiosos de que cada sukkah tenha abertura para o céu, e do seu interior se possam ver as estrelas.




